Osteoporose


Dor que não avisa, fragilidade que não perdoa

Às vezes, o osso grita quando já é tarde.

A fragilidade que chega devagar, silenciosa. Um simples tropeço, uma queda mínima. Uma fratura que não deveria acontecer, mas acontece. Assim a osteoporose se mostra: na surpresa de quem não imaginava que o osso já pedia ajuda muito antes de ceder.

Muito além do cálcio

Nem sempre é falta de suplemento.

Quando penso em osteoporose, penso em histórias que a medicina apressa em padronizar. É mais do que uma densitometria abaixo do esperado. É sobre desequilíbrios hormonais ignorados, hábitos que corroem a estrutura aos poucos, pequenas dores na coluna que são silenciadas com analgésicos, até o dia em que o corpo cobra.

Aqui, não paro no laudo. Investigo o que trouxe o osso até essa fragilidade: alimentação, hormônios, rotina, movimento, histórico de fraturas na família. É na soma desses detalhes que surgem respostas que não cabem em protocolos prontos.

Quando o osso fala, a coluna escuta

Na coluna, a osteoporose não é apenas um número na densitometria. É uma vértebra que colapsa, uma postura que se curva, uma dor persistente que ganha força a cada fratura silenciosa.

Por isso, examino além da massa óssea: vejo o impacto funcional, o risco real de novas fraturas, o que pode ser reequilibrado para devolver força ao que parecia irreversível.

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Estratégia que respeita a individualidade de cada paciente

Nem toda fragilidade se trata do mesmo jeito. Para cada paciente, um cuidado próprio, ajustando hormônios, reforçando postura, reorganizando a rotina para que o corpo suporte o tempo sem medo de quebrar.

Quando necessário, atuo com intervenções guiadas por imagem para estabilizar fraturas na coluna e aliviar a dor, sempre com foco em preservar a mobilidade e autonomia.

Sem promessas mágicas. Mas com um compromisso: conduzir cada caso com estratégia, rigor e o respeito que os ossos frágeis merecem.

Osteoporose não é coisa da idade

Quem já ouviu que “não tem jeito”, que “é da idade”, que “fraturou porque tinha que fraturar”, encontra aqui outra leitura. A osteoporose pode não ter cura, mas tem caminhos que retardam a perda, protegem a estrutura e devolvem segurança a cada passo.

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Cada curva carrega uma origem

A escoliose pode surgir de diferentes formas. E cada uma exige um olhar específico:

Ícone Idiopatica

Idiopática

Geralmente descoberta na adolescência, sem causa definida. Frequentemente tratada como algo “normal” no crescimento, que pode deixar marcas na vida adulta.
Ícone Congênita

Congênita

Comum após os 50 anos, resultado de um desgaste assimétrico da coluna que, se não reconhecido, pode acelerar a deterioração.
Ícone Neuromuscular

Neuromuscular

Presente desde o nascimento, mas nem sempre diagnosticada no início da vida.

Ícone Degenerativa

Degenerativa

Associada a condições mais complexas, como distrofias musculares ou disfunções neurológicas.
Cada tipo conta uma história. O que muda é a forma como escolhemos conduzi-la.
Imagem Sintomas

Um diagnóstico frequentemente negligenciado

A escoliose costuma ser associada a fases específicas da vida, como infância e adolescência. Mas a verdade é que, mesmo na vida adulta, ela continua sendo um fator pouco investigado, e muitas vezes negligenciado, especialmente em casos leves.

O que poderia ser apenas um leve desvio postural pode, com o tempo, evoluir para dor crônica, limitação de movimento e sobrecarga em outras estruturas da coluna.

Aqui, cada curva importa. Mesmo as discretas.

Entender a história por trás da dor

Quando observo um paciente com dor na coluna, busco conhecer a história.

O padrão de movimento, a trajetória da dor, os pequenos sinais que costumam passar despercebidos em avaliações rápidas. Nem toda escoliose dói e nem toda dor na coluna é apenas muscular.

Por isso, conduzo uma investigação minuciosa, com exames de imagem de alta precisão que avaliam a função e o impacto biomecânico real da curvatura. É na leitura detalhada dessas imagens que encontramos respostas para dores aparentemente sem explicação.

Imagem Dr. Mauricio
Logo Dr. Marteleto
Logo Dr. Marteleto

Tratamento com estratégia, não com pressa

Não há protocolos prontos. O tratamento da escoliose precisa ser individualizado, conforme o momento de vida do paciente, para o impacto funcional daquela curva.

Em muitos casos, especialmente nos adultos, a condução pode ser feita com intervenções guiadas por imagem para controle da dor e reequilíbrio da coluna, além de estratégias que envolvem fortalecimento muscular, reeducação postural, terapias não cirúrgicas e fisioterapia pelo método McKenzie.

Mais do que tratar a dor, o objetivo é restaurar a mobilidade, reorganizar as tensões da coluna e prevenir sobrecargas futuras.

Em alguns casos, avalio a necessidade da cirurgia de correção com o menor impacto possível, sempre com foco na preservação da função e no retorno seguro às atividades.

Diagnóstico além do óbvio

Exames comuns podem falhar em encontrar as reais origens da dor.
Por isso, utilizo diagnósticos avançados de alta precisão guiados por imagem, que permitem enxergar o que os laudos convencionais ignoram.


Entender é o primeiro passo para cuidar com estratégia.

Dr. Maurício Marteleto

15 anos de experiência, centenas de histórias ressignificadas.

Sou ortopedista especializado em cirurgia da coluna vertebral, mas, antes de tudo, sou um médico comprometido em ouvir o que o corpo está tentando dizer.

Minha prática é guiada pelo princípio de causar o menor impacto possível, por isso, priorizo o uso de técnicas minimamente invasivas, que tratam com precisão, preservam a estrutura e aceleram a recuperação.

Imagem Dr. Mauricio

Depoimentos de quem já
trilhou esse caminho

Luany Moreira
Ícone Estrelas
Dr. Marteleto, gostaria de expressar minha imensa gratidão pelo cuidado excepcional que tenho recebido sob sua orientação. Sua dedicação, profissionalismo e empatia são verdadeiramente notáveis. Obrigada por tratar não apenas da minha condição física, mas também por proporcionar tranquilidade e confiança durante todo o processo. Sua expertise e atenção tornam cada consulta uma experiência positiva, e sou imensamente grata por tê-lo como meu médico ortopedista de coluna.
Luís Henrique de Oliveira
Ícone Estrelas
Gostei da maneira como fui atendido pelo Dr Marteleto Fiquei impressionado com a sua explicação sobre os tipos de tratamentos que posso fazer profissionais tão competentes e dedicados"

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