Movimento é vida
— e também escolha
A minha medicina nasce de uma premissa simples: o corpo quer se mover.
Ele avisa, ajusta, compensa. Grita quando é ignorado. Silencia quando é escutado.
E é nesse intervalo — entre o que dói e o que se cura — que eu ajo.
Da prevenção à regeneração. Com respeito ao essencial.
Prevenir é cuidar do que ninguém vê, fortalecer o que ainda sustenta, orientar para que o movimento continue sendo movimento: não esforço.
Quando o tempo exige uma intervenção, ela precisa ter um propósito: tratar o necessário, preservar o máximo.
Minha prática é integrativa porque eu sei que a dor não se separa da mente, do ambiente, dos hábitos, da história.
Inovar é ter coragem de questionar.
Por isso, acredito na medicina baseada em evidências, mas também no olhar clínico que discorda do óbvio, que enxerga além de números, que refina o diagnóstico até onde for preciso.
Este é o meu manifesto
Prevenir quando possível.
Intervir quando necessário.
Escutar sempre.
Restituir movimento: sem pressa, sem atalhos, sem promessas que o corpo não pode cumprir.
Cada curva carrega uma origem
A escoliose pode surgir de diferentes formas. E cada uma exige um olhar específico:
Idiopática
Congênita
Neuromuscular
Degenerativa
Um diagnóstico frequentemente negligenciado
O que poderia ser apenas um leve desvio postural pode, com o tempo, evoluir para dor crônica, limitação de movimento e sobrecarga em outras estruturas da coluna.
Aqui, cada curva importa. Mesmo as discretas.
Entender a história por trás da dor
O padrão de movimento, a trajetória da dor, os pequenos sinais que costumam passar despercebidos em avaliações rápidas. Nem toda escoliose dói e nem toda dor na coluna é apenas muscular.
Por isso, conduzo uma investigação minuciosa, com exames de imagem de alta precisão que avaliam a função e o impacto biomecânico real da curvatura. É na leitura detalhada dessas imagens que encontramos respostas para dores aparentemente sem explicação.
Tratamento com estratégia, não com pressa
Em muitos casos, especialmente nos adultos, a condução pode ser feita com intervenções guiadas por imagem para controle da dor e reequilíbrio da coluna, além de estratégias que envolvem fortalecimento muscular, reeducação postural, terapias não cirúrgicas e fisioterapia pelo método McKenzie.
Mais do que tratar a dor, o objetivo é restaurar a mobilidade, reorganizar as tensões da coluna e prevenir sobrecargas futuras.
Em alguns casos, avalio a necessidade da cirurgia de correção com o menor impacto possível, sempre com foco na preservação da função e no retorno seguro às atividades.
Diagnóstico além do óbvio
Entender é o primeiro passo para cuidar com estratégia.
Dr. Maurício Marteleto
Sou ortopedista especializado em cirurgia da coluna vertebral, mas, antes de tudo, sou um médico comprometido em ouvir o que o corpo está tentando dizer.
Minha prática é guiada pelo princípio de causar o menor impacto possível, por isso, priorizo o uso de técnicas minimamente invasivas, que tratam com precisão, preservam a estrutura e aceleram a recuperação.
Depoimentos de quem já
trilhou esse caminho
Conteúdo que
informa e inspira
