Escoliose
Dor nas costas que não melhora?
Talvez a causa esteja na sua infância.
A escoliose, muitas vezes silenciosa, pode atravessar décadas sem ser percebida.
Ela não avisa. Ela se instala, curva a estrutura, desalinha o equilíbrio e, quando menos se espera, pode ser a origem oculta daquela dor lombar persistente, que nenhum tratamento convencional resolveu.
Cada curva carrega uma origem
A escoliose pode surgir de diferentes formas. E cada uma exige um olhar específico:
- Idiopática: Geralmente descoberta na adolescência, sem causa definida. Frequentemente tratada como algo “normal” no crescimento, que pode deixar marcas na vida adulta.
- Degenerativa: Comum após os 50 anos, resultado de um desgaste assimétrico da coluna que, se não reconhecido, pode acelerar a deterioração.
- Congênita: Presente desde o nascimento, mas nem sempre diagnosticada no início da vida.
- Neuromuscular: Associada a condições mais complexas, como distrofias musculares ou disfunções neurológicas.
Cada tipo conta uma história. O que muda é a forma como escolhemos conduzi-la.
Conheça meu método de consulta
Um diagnóstico frequentemente negligenciado
A escoliose costuma ser associada a fases específicas da vida, como infância e adolescência. Mas a verdade é que, mesmo na vida adulta, ela continua sendo um fator pouco investigado, e muitas vezes negligenciado, especialmente em casos leves.
O que poderia ser apenas um leve desvio postural pode, com o tempo, evoluir para dor crônica, limitação de movimento e sobrecarga em outras estruturas da coluna.
Aqui, cada curva importa. Mesmo as discretas.
Entender a história por trás da dor
Quando observo um paciente com dor na coluna, busco conhecer a história.
O padrão de movimento, a trajetória da dor, os pequenos sinais que costumam passar despercebidos em avaliações rápidas. Nem toda escoliose dói e nem toda dor na coluna é apenas muscular.
Por isso, conduzo uma investigação minuciosa, com exames de imagem de alta precisão que avaliam a função e o impacto biomecânico real da curvatura. É na leitura detalhada dessas imagens que encontramos respostas para dores aparentemente sem explicação.
Quero entender a minha dor
Tratamento com estratégia, não com pressa
Não há protocolos prontos. O tratamento da escoliose precisa ser individualizado, conforme o momento de vida do paciente, para o impacto funcional daquela curva.
Em muitos casos, especialmente nos adultos, a condução pode ser feita com intervenções guiadas por imagem para controle da dor e reequilíbrio da coluna, além de estratégias que envolvem fortalecimento muscular, reeducação postural, terapias não cirúrgicas e fisioterapia pelo método McKenzie.
Mais do que tratar a dor, o objetivo é restaurar a mobilidade, reorganizar as tensões da coluna e prevenir sobrecargas futuras.
Em alguns casos, avalio a necessidade da cirurgia de correção com o menor impacto possível, sempre com foco na preservação da função e no retorno seguro às atividades.
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Cada curva carrega uma origem
A escoliose pode surgir de diferentes formas. E cada uma exige um olhar específico:
Idiopática
Congênita
Neuromuscular
Degenerativa
Um diagnóstico frequentemente negligenciado
O que poderia ser apenas um leve desvio postural pode, com o tempo, evoluir para dor crônica, limitação de movimento e sobrecarga em outras estruturas da coluna.
Aqui, cada curva importa. Mesmo as discretas.
Entender a história por trás da dor
O padrão de movimento, a trajetória da dor, os pequenos sinais que costumam passar despercebidos em avaliações rápidas. Nem toda escoliose dói e nem toda dor na coluna é apenas muscular.
Por isso, conduzo uma investigação minuciosa, com exames de imagem de alta precisão que avaliam a função e o impacto biomecânico real da curvatura. É na leitura detalhada dessas imagens que encontramos respostas para dores aparentemente sem explicação.
Tratamento com estratégia, não com pressa
Em muitos casos, especialmente nos adultos, a condução pode ser feita com intervenções guiadas por imagem para controle da dor e reequilíbrio da coluna, além de estratégias que envolvem fortalecimento muscular, reeducação postural, terapias não cirúrgicas e fisioterapia pelo método McKenzie.
Mais do que tratar a dor, o objetivo é restaurar a mobilidade, reorganizar as tensões da coluna e prevenir sobrecargas futuras.
Em alguns casos, avalio a necessidade da cirurgia de correção com o menor impacto possível, sempre com foco na preservação da função e no retorno seguro às atividades.
Diagnóstico além do óbvio
Entender é o primeiro passo para cuidar com estratégia.
Dr. Maurício Marteleto
Sou ortopedista especializado em cirurgia da coluna vertebral, mas, antes de tudo, sou um médico comprometido em ouvir o que o corpo está tentando dizer.
Minha prática é guiada pelo princípio de causar o menor impacto possível, por isso, priorizo o uso de técnicas minimamente invasivas, que tratam com precisão, preservam a estrutura e aceleram a recuperação.
Depoimentos de quem já
trilhou esse caminho
Conteúdo que
informa e inspira
